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programação

Veja a programação do IV Mobilefest!

Variedade de trabalhos e cobertura massiva da imprensa marcaram os 3 primeiros Mobilefest

O IV Mobilefest – Festival Internacional de Criatividade Móvel apresenta as atrações que irão compor o evento que acontecerá  em São Paulo (Museu da Imagem e do Som) entre os dias 12 e 15 de novembro de 2009 e no Rio de Janeiro em data a ser confirmada.

Em suas três edições (2006, 2007 e 2008) o ineditismo do Festival Internacional Mobilefest atraiu a atenção da mídia nacional e internacional. Estiveram presentes importantes representantes de vários países, empresas e instituições, além de estudantes, empresários, artistas e pensadores de todo o Brasil e mundo. Foram realizadas videoconferências com os principais centros de pesquisa de novas mídias nos EUA, Inglaterra e Holanda, além da vinda de pesquisadores canadenses que compartilharam seus estudos desde a primeira edição.

Museu da Imagem e do Som - São Paulo - SP
Museu da Imagem e do Som - São Paulo - SP, onde acontecerá o IV Mobilefest

Clique aqui e faça sua pré-reserva para participar do IV Mobilefest 2009!

Seminário Internacional

Durante o evento ocorerão várias palestras e mesas-redondas, com artistas e especialistas do mundo inteiro. Em breve divulgaremos as palestras, datas e horários neste mesmo espaço. Continue nos visitando! Mas abaixo você já pode ter contato com os participantes, que já estão confirmados!

Clique aqui e acesse as biografias dos participantes do IV Mobilefest!

Clique aqui e conheça o nome de todos os participantes do IV Mobilefest!

Mostra Expositiva Internacional

Os nomes para a Mostra Expositiva Internacional estão sendo confirmados e publicados aqui no site. Já temos alguns nomes, com seus respectivos projetos, que identificamos abaixo.

Artista interdisciplinar inglesa apresentará instalação interativa durante festival

O Mobilefest confirma mais uma atração: é a artista interdisciplinar inglesa Kasia Molga. Ela é doutoranda e pesquisadora em Smart Lab (University of East London) e apresentará durante o festival seu projeto Floresta, uma instalação interativa, para ser mostrada em duas cidades, envolvendo pessoas no plantio de árvores e flores virtuais. O projeto Floresta é resultado de uma pesquisa em andamento sobre plantas em perigo.

Bruno Vianna e Nicholas Knouf apresentam Fluid Nexus no Mobilefest

Mais uma atração confirmada: trata-se do projeto Fluid Nexus, criado por Bruno Vianna e Nicholas Knouf. Fluid Nexus é uma aplicação para telefones celulares feita para permitir que ativistas (ou qualquer pessoa) possam enviar mensagens e dados independentemente de uma rede centralizada. Está pensado para possibilitar o intercâmbio de informações ainda que o sistema central de comunicações caia, seja por decisão de governo ou catástrofe natural. Se nos baseamos no fato de que em uma situação similar, as pessoas continuam a se mover pelo mundo, podemos usar idéias armazenadas em redes clandestinas para transformar as pessoas em portadores de mensagens.

Caso consiga um número suficiente de pessoas, pode-se criar redes temporais e fluidas que passam mensagens de pessoa a pessoa, disseminando-se como um vírus e alcançando muitos dos membros do grupo. Isso possibilita uma comunicação sub-reptícia através da atividade diária - uma visão fluida da realidade. Além disso, Fluid Nexus pode ser utilizada como plataforma hiper-local de mensagens, associada indiretamente ao espaço físico.

Mais informações sobre o projeto, clique aqui e leia a notícia sobre o Fluid Nexus no Mobilefest!

Comunicação móvel ajuda a mapear dificuldades enfrentadas por deficientes

O espanhol Antoni Abad virá à São Paulo para dar prosseguimento ao projeto Canal Acessível, que já esteve em Barcelona, na Espanha, e Genebra, na Suiça. O projeto será lançado durante o IV Mobilefest, que acontece agora em novembro em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Ele que já esteve em 2008 apresentando o projeto, agora irá tentar conscientizar as pessoas sobre a importância da mobilidade nas cidades. O objetivo principal do projeto é conseguir através da participação ativa do coletivo realizar um mapa na internet com o reflexo da problemática de acessibilidade. Utilizando a rede 3G de transmissão celular de dados, cada um dos participantes publicou no site do projeto em Barcelona e em Genebra as imagens localizadas das barreiras arquitetônicas com que se depararam, assim como os exemplos de boa adaptação.

O resultado foi um grande mapa da acessibilidade das cidades com a precisão do GPS e enriquecidos por fotos tiradas pelos próprios cadeirantes, que permitiram uma mudança e adaptação dos locais onde foram encontrados problemas.

 Para outras informações sobre o Canal Acessível, clique aqui.

Edgar Franco exibe seu trabalho Immobile Art durante a Mostra

O artista mineiro Edgard Franco também fará parte do IV Mobilefest em São Paulo durante a Mostra Expositiva Internacional com a instalação interativa “Immobile Art”.

Seu trabalho é composto por um totem de 120 cm com tampa de vidro. Sobre esse totem está apoiada uma caixa de acrílico transparente e em seu interior, lacrado na tampa por dez cadeados, fica o telefone celular que deve estar constantemente ligado à energia (porta USB de um computador, de preferência) através de uma pequena abertura por onde passa o seu cabo de alimentação. A proposta é nunca atender ao celular, tornando-o simplesmente um ícone poético de minha negação ao seu poder invasivo.

A motivação para criar o trabalho veio da reflexão crítica sobre a quase obrigatoriedade contemporânea de todos terem um telefone celular, assim como da observação do crescente número de festivais de arte-tecnologia patrocinados por empresas de telefonia celular. Muitas das obras recentes da chamada "mobile art" exigem aparelhos de última geração com tecnologias nem sempre acessíveis a todos, aumentando o caráter elitista desses trabalhos e promovendo deliberadamente a venda desses celulares de "última geração".

“Apesar de ser um artista multimídia que trabalha com novas tecnologias, sempre reneguei o uso de celulares pela invasão de privacidade que significam e pela despolidez de seu uso diário, rompendo o silêncio em momentos impróprios, desde reuniões de trabalho a eventos sociais. Devido à minha recusa a ter celular, sofro uma cobrança quase diária em meu trabalho e círculo de amigos para adquirir um desses aparelhos”, afirma Edgar em seu paper de apresentação.

A poética de "Immobile Art" surge no momento que ele atende a essa pressão social, adquirindo um telefone celular e imprimindo um novo cartão pessoal no qual inclui o seu número. Esse cartão é dado a amigos e contatos sempre que perguntem o número de seu celular - no entanto ele jamais será atendido quando ligarem, pois estará "imóvel" inserido em uma caixa de acrílico fechada com dez cadeados no contexto da galeria de arte, ao lado do cartão pessoal, convidando o interator a ligar para o celular. Ao fazê-lo ele escutará o "toque", uma gravação da voz de Edgar dizendo: "Jamais atenderei esse celular, prefiro ressonância mórfica!”.

Fabio Fon e Soraya Braz apresentam projeto “Captas”

Os artistas multimídia Fabio Fon e Soraya Braz marcam presença no IV Mobilefest em São Paulo  durante a Mostra Expositiva Internacional com o projeto “Captas”, uma intervenção móvel-urbana em que chamativas capas tagarelam ruidosamente quando percebem o uso de telefones celulares, andando pela cidade. O objetivo do projeto é discutir implicações sociais da telefonia móvel no espaço urbano.

A ação de “Captas” faz uso de performers vestidos com capas plásticas constituídas de um sistema capaz de disparar conversas perturbadoras de telefone celular pré-gravadas quando percebem emissões de radiação eletromagnéticas por perto - ou seja, quando cada capa percebe o uso de algum telefone celular em proximidade, são emitidos sons de conversas intrusivas de outros falantes em locais públicos.

Artistas da Universidade de Brasília, Camila Hamdan e Tiago Franklin confirmam presença no IV Mobilefest

O IV Mobilefest apresenta mais dois artistas que exibirão seus trabalhos na Mostra Expositiva. Trata-se de Camila Hamdan e Tiago Franklin, com seus respectivos Mobile Tatoo e bt-br. Ambos os trabalhos foram desenvolvidos no Laboratório de Pesquisa em Arte e Realidade Virtual da UNB.

Mobile Tatoo

Camila Hamdan, mestre em Arte e Tecnologia pelo Programa de Pós-Graduação em arte da Universidade de Brasil (UNB), apresentará um trabalho bastante interessante, chamado Mobile Tatoo.

Trata-se de uma instalação artística, que utilizará a tecnologia da realidade aumentada móvel (RAM), possibilitando ao público adesivar sua pele com uma imagem – marcador – para que sejam visualizadas tatuagens virtuais animadas, com comportamento de criaturas vivas, sobre a superfície da pele, através da câmera de celular em tempo real.

A idéia com a proposta é desenvolver uma experimentação artística cíbrida, a partir do estudo de pesquisas artísticas tecnocientíficas, que possam contribuir com a reflexão sobre a cultura, arte, tecnologia e ecologia.

bt-br

Já Tiago Franklin, mestrando em Artes na linha de pesquisa Arte e Tecnologia da Universidade de Brasília, exibirá o bt-br (sigla para Bluetooth_e em domínio Brasileiro), um sistema interativo que reconhece outros celulares usando a tecnologia Bluetooth e exibe-os na tela criando uma composição visual única que se reconfigura a cada novo integrante da rede. Com o raio de atuação de 100 metros, o Bluetooth encontra e exibe os nomes dos aparelhos (ou de seus portadores) numa tela que estará em constante atualização.

O projeto “bt-br” pode ser pensado também como um extensor dos sentidos humanos e conseqüentemente das sensações, proporcionando uma experiência poética ao interator de sentir-se conectado ao outro indivíduo mediante as ferramentas técnicas presentes em grande parte dos aparelhos celulares.

Sua criação segue também um conceito de “visualidade” do ciberespaço. Na ferramenta, cada novo integrante no espaço que atua o Bluetooth a composição visual se torna mais rápida. Assim pretende-se oferecer uma metáfora para o espaço de conexão aberto pelo uso do telefone celular. É nesta troca, compartilhamento, que vê-se nos celulares novas possibilidades. Enquanto aparelho digital é bem capaz de processar vários tipos de dados e possibilitar várias formas de interação com o conteúdo artístico.

Espanhóis confirmados: Clara Boj, Victor Viña e Antoni Abad participam do festival

O IV Mobilefest confirmou novos artistas que vão fazer parte deste mega evento. São os espanhóis Clara Boj, Victor Viña e Antoni Abad. Eles vão apresentar diversos projetos durante os dias do festival. Mais detalhes da programação você acessa clicando aqui! Para ler as biografias dos participantes, clique aqui.

Projetos

Em uma sessão especial no Mobilefest.Labs, Victor Viña artista apresentará um workshop no qual será realizado um experimento educacional onde estudantes são convidados a usar instrumentos portáteis de monitoramento de poluição em ambientes urbanos. Por meio destes sensores é possível entender os níveis de poluentes da região. O potencial educacional vai além das questões ambientais, unindo aspectos geográficos, demográficos, econômicos, entre outros.

Clara Boj e Diego Diaz apresentam o “Playground Híbrido”, que faz uma ponte entre os games eletrônicos e os tradicionais espaços de convivência para crianças, os parquinhos ou playgrounds. Através de uma rede de sensores RFID e PDA’s, as crianças se divertem enquanto participam de um game colaborativo.

Já Antoni Abad dá prosseguimento ao projeto Canal Acessível em São Paulo. Ele que já esteve em 2008 apresentando o projeto, agora irá para uma fase de mobilização para conscientizar sobre a importância da mobilidade nas cidades. O objetivo principal do projeto é conseguir através da participação ativa do coletivo realizar um mapa na internet com o reflexo da problemática de acessibilidade. Utilizando a rede 3G de transmissão celular de dados, cada um dos participantes publicou no site do projeto em Barcelona e em Genebra as imagens localizadas das barreiras arquitetônicas com que se depararam, assim como os exemplos de boa adaptação. Para mais informações sobre o Canal Acessível, clique aqui.

Artista fará mapeamento subjetivo de rios canalizados de São Paulo

O artista interdisciplinar Greg Giannis também estará no Mobilefest em novembro. Ele fará um mapeamento subjetivo na cidade de São Paulo, seguindo rotas dos rios canalizados.

O projeto chama-se “Peripato Telematikos”. Trata-se de um experimento em cartografia social e public authoring (mapeamento e compartilhamento de conhecimento), projetando influências de estudos de performance e arte. Pensando para um público interessado em tecnologia e seu uso na educação. Trata-se de 'mapear' uma localidade ou vizinhança. E no Mobilefest em São Paulo, o artista percorrerá o trajeto dos rios canalizados da cidade.

No processo de mapeamento, Greg Giannis fará uma caminhada guiada e usará um celular para fotografar pontos durante o trajeto. As imagens serão enviadas para um sistema customizado de hardware e software, que as disponibilizará para visualização e manipulação, através de um aplicativo no website www.peripato.net. O aplicativo implementa uma interface experimental desenvolvida pelo Human-Computer Interaction Lab (HCIL), na University of Maryland, que permite 'zoom' de todos os conteúdos. Isso faz com que tais conteúdos possam ser manipulados por visitantes no site, provocando uma montagem emergente de elementos de mídia.

Artistas franceses apresentarão durante o festival projeto cinematográfico feito em São Paulo e no Rio de Janeiro

Caroline Bernard e Damien Guichard estarão no Brasil em novembro para a IV edição do Mobilefest! Os artistas franceses que investem em novas formas de cinema, imagens mobiles, e videos interativos, acabaram transformando sua produtora de design e webdesign, Lili range le chat, num coletivo propagador da arte de vanguarda. Suas experiências multimídia, sempre envolvendo outros artistas ao redor do mundo, questionam e subvertem o papel e a noção "o que é arte?", ao provocar no expectador novas sensações a respeito de tempo e espaço.

No Brasil eles irão executar mais uma etapa de seu mais novo projeto, o Migratory: um coletivo de artistas de diversas partes do globo, percorre-o isolada ou conjuntamente, desenvolvendo trabalhos colaborativos no domínio cinematografico, utilizando especialmente tecnologias móveis como celulares e webcams. A trajetória São Paulo-Rio de Janeiro será percorrida por eles, e esse percurso será registrado e exposto numa enorme tira fotográfica. Essas imagens, recombinadas, distorcidas, subjetivadas, farão parte do acervo Migratory captado em diferentes países, ganhando nas recombinações novos sentidos e características.

PocketFilms 09 Mobilefest

Entendendo a gama de festivais em todo mundo que abordam a questão da produção de conteúdo “de” e “para” celular, o Mobilefest vem criando uma rede desde 2005 composta por diversos destes representantes de vários países, a fim de promover uma ampla visão da produção de filmes com e para celular.

Clique aqui e fique por dentro da seleção de vídeos que o Mobilefest apresentará em sua quarta edição!

Veja os trabalhos da Mostra Expositiva Internacional!

Leia a biografia dos participantes desta edição do Festival!

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